Monitor wearable (meia ou sensor de sinais vitais)
não recomendado 0-12 meses (o alvo do marketing)
Quando comprar: não compres.
Para que serve
Meias e sensores de consumo que prometem vigiar o oxigénio e o ritmo cardíaco do bebé em casa, com alarmes no telemóvel.
O que dizem os profissionais
A AAP desaconselha monitores fisiológicos de consumo como prevenção da morte súbita: não há evidência de que previnam, não são dispositivos médicos certificados para esse fim e geram falsos alarmes. Monitorização cardiorrespiratória em casa só existe por indicação médica, com equipamento clínico.
O que dizem os pais
Relatos recorrentes de noites arruinadas por falsos alarmes e de ansiedade agravada em vez de aliviada. Famílias com bebés que precisam mesmo de monitorização usam equipamento prescrito pelo hospital.
Pontos fortes
- A intenção é compreensível: todos os pais têm medo
Pontos fracos
- Falsa sensação de segurança
- Falsos alarmes frequentes
- Caro (200-400 €)
- Desvia o foco do que comprovadamente reduz risco
evita O que reduz o risco é o sono seguro: de barriga para cima, cama firme e despida, quarto dos pais. Se houver indicação médica, o equipamento vem do hospital, não da loja.
Preços aproximados, verificados a 2026-06-10.